Mania de perseguição Politica, um ingrediente de desculpas para justificativa de Roseana Sarney no furo de 410 Milhões nos cofres públicos

       A ex-governadora Roseana Sarney bolou uma desculpa pra lá de esfarrapada no intuito de sair pela tangente e ficar fora, das isenções fiscais e parcelamentos de impostos que nunca foram pagos empresas de grade porte, dentre elas o Grupo Mateus, que desde 2009 na sua gestão até o final de 2014. Roseana busca influências, e procura uma proteção junto aos procuradores gerais do estado, que estiveram no seu governo, e que praticavam atos ilegais, e que posteriormente eram assinados por ela, mascarando que estava tudo normal e dentro da lei.
      Em nota oficial, sem que justificasse o rombo de R$ 410 milhões, a ex-governadora apela para o lado da política e diz que tudo é perseguição.  “Não imaginei que a ambição política no Maranhão chegasse a esse ponto, de atacar covardemente e denegrir adversários. Nunca tive essa postura em minha vida pública”, e assim jurou inocência.
Na verdade, o ocorre que Roseana Sarney tenta sair como inocente de um episódio que exala mal cheiro no financeiro. Segundo o promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos, que investigou o caso, “noutra ponta, essa organização criminosa contava com o decisivo beneplácito de Roseana Sarney Murad, em virtude de ter autorizado acordos judiciais baseados em pareceres visivelmente ilegais dos procuradores-gerais do Estado e por ela nomeados, é também por ter nomeado para cargos em comissionados, 26 terceirizados da empresa Linuxell, para que desempenhassem na Secretaria da Fazenda as mesmas funções para as quais estavam contratados pela empresa antes referida.”
O mesmo promotor informa ainda que “dentre as ações delituosas da organização criminosa que atuou no âmbito da Secretaria de Estado da Fazenda, foram realizadas compensações tributárias ilegais, implantação de filtro no sistema da secretaria para garantir essas operações tributárias ilegais e fantasmas, reativação de parcelamento de débitos de empresas que nunca pagavam as parcelas devidas, exclusão indevida dos autos de infração de empresas do banco de dados e contratação irregular de empresa especializada na prestação de serviços de tecnologia da informação, com a finalidade de garantir a continuidade das práticas delituosas’.
Vejam a nota insossa da ex-governadora:
“Tenho absoluta convicção de que todos os meus atos foram tomados dentro da mais absoluta legalidade. Não houve qualquer ato meu que não tivesse o parecer da Procuradoria-Geral do Estado do Maranhão, que deve ser o trâmite normal de um governador. Agi dentro das muitas funções que cabem ao líder do Executivo, sem parcialidade ou intenções pessoais. Não imaginei que a ambição política no Maranhão chegasse a esse ponto, de atacar covardemente e denegrir adversários. Nunca tive essa postura em minha vida pública”.
Fonte: Blog do Luis Cardoso.
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