Crise: Prefeitos inciarão seus mandatos com quedas nas receitas e cortes de gastos

Política
Novo ano novas realidades, só que, não se pode negar, é que existe uma crise eminente, e a palavra de ordem no cenário político Brasileiro a partir da Presidência da República, e corte, escassez, e redução de gastos, isto é o reflexo dos desmandes administrativos, e da corrupção.   

      Apertem os cintos, 2017 vai começar. Após dois anos de crise os novos prefeitos começam seus mandatos num cenário de ainda mais contenções de gastos, menos investimentos e no qual prometer cortes nas despesas, isto virou até promessas de campanha em quase todos os palanques.

"E olha, não é fictício, é fechar as troneiras mesmo. Tem que saber lidar com a escassez", comentou Marcio Lacerda do (PSB), presidente Nacional  de Prefeitos e também Prefeito de Belo Horizonte, que será sucedido por Alexandre Kalil, (PHS), neste Domingo (1º).

A crise econômica encolheu as receitas das capitais, e afetou principalmente os municípios, Onze Capitais tiveram quedas reais desde no inicio dos mandatos e somente seis não viram suas arrecadações caírem este ano.
Muitas iniciaram um rigoroso ajuste fiscal que deverá continuar em 2017.

"Quem está assumindo, terá a oportunidade política de cortar mais. E isso é necessário afirma Lacerda".
Quem está entrando, já sabe que a economia não tende a crescimento, No máximo o que se desenha, e que poderá deixar de cair, isto é um sinal de dificuldades, e um alerta aos novos gestores, não existe segredo, a formula do sucesso, é cortar e cortar gastos, isto pode pelo menos equilibrar o orçamento, e garantir que os proventos sejam creditados.    

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