Politização do Judiciário, uma nova prática inaugurada por Renan no STF

Justiça
Diário do poder

o ACORDÃO QUE DESAUTORIZOU MARCO AURÉLIO INAUGUROU A PRÁTICA.

Diante da crise que vive o país, o momento é de articulação, e manobras politicas, os chamados acordões ou troca de gentilezas, que por sua vez um poder desautoriza outro para inaugurarem nova prática. 

      Se o afastamento de Renan Calheiros da presidência do Senado foi um ato de “judicialização da política”, como definem no Congresso as sentenças envolvendo parlamentares, a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de desautorizar um dos seus ministros, desrespeitado e até insultado na véspera pelo próprio senador, indica a “politização do Judiciário”. Um “acordão” manteve Renan na presidência do Senado. 
A suspeita de “acordão” surgiu quando o ministro Celso de Mello foi o primeiro a votar. Como decano, ele é sempre o último a votar.
Quando Celso de Mello propôs a manutenção de Renan na presidência do Senado, outros ministros se sentiram encorajados a seguir seu voto.
Já pela manhã, para preparar o ambiente, o STF antecipou a jornalistas amigos que os ministros manteriam Renan na presidência do Senado.
Fontes ligadas ao STF garantem que participaram da armação pró-Renan políticos do PSDB, PMDB e PT, e até o Palácio do Planalto. Informações geradas pelo diário do poder, mas, pelo sim pelo não, a realidade é que Renan permanece no cargo, na mesma função de presidente do senado, e simplesmente intocável. 

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