Será um insulto?: Trump defende 'corrida armamentista' em entrevista a rede de TV

Política 
Na véspera, ele afirmou em sua conta no Twitter que o país deve investir maciçamente em sua capacidade nuclear até que "o mundo caia em si".
O presidente eleito Donald Trump durante conversa com jornalistas em Palm Beach, na Flórida, nesta terça (21) (Foto: Jim Watson/AFP)    O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta sexta-feira (23) que os Estados Unidos devem investir em "uma corrida armamentista", em entrevista por telefone concedida à rede MSNBC, ao esclarecer uma declaração feita nas redes sociais na vésperaVeja aqui
    "Deixe que aconteça uma corrida armamentista", respondeu Trump, acrescentando que os EUA serão superiores e irão superar todos a cada passo.
    Na quinta-feira, ele afirmou em sua conta no Twitter que o país deve investir maciçamente em sua capacidade nuclear até que "o mundo caia em si". "Os Estados Unidos devem fortalecer e expandir fortemente sua capacidade nuclear até que o mundo caia em si em relação às armas nucleares", tuitou Trump, sem explicar o que ele quis dizer exatamente.
    Na quinta-feira, ele afirmou em sua conta no Twitter que o país deve investir maciçamente em sua capacidade nuclear até que "o mundo caia em si". "Os Estados Unidos devem fortalecer e expandir fortemente sua capacidade nuclear até que o mundo caia em si em relação às armas nucleares", tuitou Trump, sem explicar o que ele quis dizer exatamente.
Hoje, os Estados Unidos contam com um arsenal de cerca de 7.000 ogivas nucleares, pouco atrás da Rússia, que tem algumas centenas a mais.
    O Pentágono quer substituir, ou modernizar, as três pernas de sua "tríade": uma força de ataque nuclear que inclui os mísseis balísticos intercontinentais (ICBMs, na sigla em inglês), submarinos e bombardeiros. Especialistas estimam que isso representará pelo menos US$ 1 trilhão nos próximos 30 anos.
    Durante os debates da campanha à presidência, Trump foi incapaz de dar detalhes, ao ser questionado sobre qual seria sua prioridade para a "tríade" nuclear, afirmando apenas que "o poder, a devastação é muito importante".

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