Mãe de Thalia fez registro de BO e Revela que pai Biológico abusava sexualmente da Jovem

Polícia
A cumplicidade de uma pessoa pode ser vista na sua omissão, quando sabemos de um abuso, crime ou qualquer outro ato de intolerância, e não o denunciamos, isto se chama omissão, e um ato de omissão muitas vezes configura cumplicidade, o que tem relevância quase tanto quanto o crime propriamente dito.  
    Logo após a jovem Thalia ter cometido suicídio os fatos começaram a ter uma versão que até então estava sendo encoberta, pois neste caso o que se presume, era uma omissão por parte de sua mãe que resolveu relatar em um B.O (boletim de ocorrência), na Certidão de Ocorrência, registrada na delegacia da cidade de Monção, Francimara Rocha Mendes confirmou as informações postadas numa carta desabafo, em que sua filha Thalia Meireles, fez antes de recorrer ao suicídio no dia 13 deste. O B.O foi registrado no dia seguinte e a mãe informou que a filha era ameaçada pelo pai biológico, o empresário José Meireles da Silva que mora em Igarapé do Meio, mas que até então era um caso abafado.

    O caso que tomou uma proporção incomoda para a jovem, que acabou por constrange-la, e conforme o registro feito por sua mãe, ela relatou que Thalia havia lhe dito que o monstro que ela chamava de pai, passava as mãos nos seios da menor e dentro da calcinha quando morou com ele. É claro que como todos usam da inocência, O empresário nega tudo, mas a mãe garante que na agenda e celular levado por ele, a jovem conta tudo, além de chamá-lo de “monstro”.

Fica muito claro que apenas ouve omissão no caso, e que não se sabe porque, mas a mãe de Thalia sabia de tudo, mesmo assim nunca tomou uma providência para tirar a filha daquela situação de ser abusada sexualmente, ainda não está claro se tinha ameaças ou outra situação que a calasse, mas que houve negligência isso houve.  
Em anexo o BO e relembre o caso, leia aqui a carta deixada por Thalia Meireles antes de cometer o gesto extremo, se enforcando no próprio quarto.

Nos acompanhe e fiquem informados.

5 comentários

  1. Os indicios da carta me levam a pensar q foi o padrasto,foragido. A mãe sentia nojo (como disse a jovem na carta) e, segundo descrito, possivelmente tinha a impressão de que a filha era a causadora da situação (talvez no sentido de que se insinuasse). Se ela deixou a filha ser abusada pelo marido, preferindo não perder o marido (e não contando antes às autoridades, mas apenas após o suicídio da filha), é bem possível que ela esteja acobertando, mais uma vez, o padrasto.

    ResponderExcluir
  2. Foi o que foi compreendido quando ela cita que vinha morrendo há dois anos. Deu a entender que o monstro ao qual se refere, é o pai atual, o padrasto. Concordo plenamente que a mãe ainda está o acobertando. Espero que paguem. Já passei por isso, mas com meu padrinho de batismo.Escondi por cinco anos e quando completei 15, ao conhecer um homem muito bom, me senti segura e revelei o porque o maldito morria de ciúmes doentio de mim.

    ResponderExcluir
  3. Essa Mulher é uma Monstra, pior do que o abusador. Não merece ser chamada de Mãe.

    ResponderExcluir

Topo