Agiota Pacovan foi solto dentro do prazo da prisão temporária e não por Habeas Corpos afirma Juíz

Polícia
A soltura do empresário e agiota Josival Cavalcante da Silva, o Pacovan não foi atendimento a pedido de habeas corpus impetrado por advogado, como alguns blogs, inclusive o X-9,  tentaram mostrar. Na verdade, o  juiz Flávio Roberto Ribeiro Soares, da Central de Inquéritos de São Luís, cumpriu apenas o prazo da prisão temporária que havia sido prorrogada por mais cinco dias.
    “Está saindo nos blogs que concedi habeas corpus ontem à noite [sexta, 12] para o suposto agiota conhecido como Pacovan.
A verdade é que decretei a prisão temporária dele por 5 dias e prorroguei por mais 5 dias (dentro do permissivo legal). Referido prazo se encerra hoje [sábado, 13].

A polícia judiciária requereu na data de ontem (12), pela manhã, a conversão da prisão temporária em preventiva, sob o argumento de a situação econômica do indiciado propiciar a reiteração das condutas e comprometer a aplicação da lei penal.
Os autos foram para o MP retornando às 16h15.

Concluí a decisão às 18h45 de ontem (12), indeferindo a conversão pois, segundo meu entendimento, esse argumento isolado não revela o periculum libertatis, ainda mais quando em medida cautelar eu já havia autorizado o sequestro de todos os bens do mencionado representado, estando referidos bens indisponíveis.

Evidentemente que alguns colegas ou a maioria podem ter entendimento diverso, mas por meio desta mensagem queria apenas corrigir a informação dos blogs que por ignorância ou má-fé estão informando que foi através de habeas corpus e à noite. Obrigado pela atenção! Flávio Roberto.”

Nos acompanhe e fiquem informados. 

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