Instinto Assassino: ‘Matei e gostei de matar’, admite suspeito de assassinar tia ao cometer o crime

Polícia
Um ser humano com suas anormalidades, é capaz de cometer as maiores atrocidades para suprirem seus desejos macabros, isto chama-se psicopata as pessoas que setem prazer em matar, ou ver o sofrimento do outro.
      O psicopata ver nas coisas mais absurdas uma maneira de sentir prazer, geralmente o fato de seu distúrbio o faz feliz como no caso narrado, “Matei e gostei de matar”. Esta declaração, segundo a Polícia Civil, foi dada pelo menor infrator suspeito de assassinar a tia, a psicóloga Joaquina Maria Pereira de Barros, no mês de junho. O coordenador da Delegacia de Homicídios, delegado Francisco Costa, o Baretta, revelou que o adolescente – que tem apenas 16 anos de idade – não demonstrou arrependimento e, inclusive, pensou em voltar na cena do crime quando a polícia estava no local.

De maneira fria, e sem mostrar qualquer tipo de remoço “Ele disse que pensou em voltar na casa quando viu que a polícia estava lá, só para ver o que estavam fazendo. O menor assume que matou e gostou de matar”, contou Baretta.

O crime no qual o assassino se declara ter achado bom aconteceu esta vítima, dona Joaquina Barros foi achada morta dentro de casa. Ela estava com sinais de estrangulamento provocados por um fio de telefone e uma coleira de cachorro, além de um golpe profundo no pescoço.

É um comportamento estranho, o delegado reforça ainda que o adolescente tem perfil psicopata e, além de demonstrar frieza, revelou ainda um sentimento de inveja.

Em uma declaração, “Ele disse que sentia inveja da filha da psicóloga que era tratada como uma princesa e que pensou em matar a menina quando a viu dormindo”, declarou Baretta.

Outro detalhe revelado pelo coordenador da Delegacia de Homicídios é que o adolescente pediu a namorada que comprasse veneno após o crime. Baretta acredita que o adolescente pretendia fazer outra vítima e a encomenda seria para matar alguém.

Seguindo as investigações, e “Em depoimento, a namorada contou que ele pediu que ela comprasse esse veneno, mas não deu mais detalhes. Acredito que ele queria fazer outra vítima e ia apenas mudar o modo de agir”, acredita-se.

Certamente já havia um detalhamento para o psicopata agir, e para o coordenador da Delegacia de Homicídios, o assassinato foi premeditado. O jovem teve tempo, inclusive, de simular um latrocínio (roubo seguido de morte).

Tentando despistar e confundir as investigações, “Ele levou cartões, celular, talões de cheque e o documento do carro para fingir que era um latrocínio. Contudo, a Polícia Civil fez um excelente trabalho e investigou até saber o que tinha o ocorrido”, finaliza Baretta.

Mesmo diante do bárbaro assassinato, o adolescente não tem registro de antecedentes criminais.

Acompanhe-nos e fiquem informados de tudo.

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