Médico que esquartejou amante comete suicídio e está repercutindo na grande imprensa nacional

Suicídio
Por L. Cardoso
      O grande número de suicidas, tem mostrado que as pessoas tem se afastado muito da valorização ao amor e a vida, o fato a seguir, mostra o exemplo do ex-médico encontrado morto, que segundo informações de o Globo, ele implantou silicone nas nádegas”, diz o Globo na edição deste domingo (24). O “Ex-médico Jorge farah andava vestido de mulher antes de morrer, dizem os vizinhos”, emenda na capa o G1, um dos maiores sites de notícias do país. A grande imprensa nacional, inclusive a TV Globo ,deu cobertura total ao suicídio do médico Farah Jorge Farah, que cortou a veia femoral em sua casa, na zona sul do São Paulo. Imagina a noticia em outro veículo…

Os números de suicídios no pais aumentam de forma surpreendente e nada se tem feito para que esta situação seja no mínimo controlada, muito já se têm cobrado de políticas públicas para a questão, como a instalação de Centro de Valorização a Vida, ao menos um em cada estado. No Maranhão, até hoje, nunca existiu.
Esta é uma ação que busca viabilizar ações, com o intuito de ajudar a prevenir e evitar as as práticas suicidas, ainda sim tem sido alvo de criticas, inclusive por setores da imprensa local de que as publicações estimulam os gestos extremos. E mais: expõe a vida pessoal da vítima. E tem até quem chegue ao absurdo de sustentar que as publicações podem levar a um suicídio coletivo, uma catástrofe.
Ora, os dois últimos idosos que se deram cabo à vida em um povoado em Grajaú, no dia 22 deste, nunca tiveram acesso às informações de nem um veículo de comunicação, tipo blog,  Talvez aos noticiários da TV Globo sobre suicídios de famosos.
Desde o dia (22) data em que o médico que esquartejou sua paciente e amante recorreu ao suicídio cedo da manhã, que os noticiários da grande imprensa nacional repercutem até hoje. E quase todos expondo a vida íntima da vítima. Um absurdo que em outros blogs, seria escandalizados…
Existe uma convenção extra oficial no jornalismo que aconselha a não publicação dos suicídios, quando deveria apontar para uma abordagem menos dolorida às famílias. E deixa livre uns tais de chamados casos especiais, geralmente os de celebridades.
Enquanto isso, o número de mortes por suicídios cresce no Maranhão, os casos de depressão não são tratados como doença, e o poder público finge que se sensibiliza com o problema, enquanto muitos jovens estão decepando a própria vida tudo por falta de políticas voltadas a valorização a vida.
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