Tentativa frustrada, e mais uma derrota para o grupo dos poderosos, e o TSE mantém decisão do TRE no caso dos vereadores da coligação Zé Doca Somos Nós

Supremo
Como diz o ditado, a justiça pode até tardar, mas não falha, e diante de fatos injustificáveis, a justiça não tem lado, mas decisões que fazem valer os direitos de quem os têm, este é o trabalho da justiça, fazer justiça.
      Um caso que tem tomado grande repercussão nos últimos meses na cidade de Zé Doca, é a questão que envolve os vereadores eleitos pela vontade popular, que colocaram seus nomes em apreciação popular, e foram aceito por uma maioria esmagadora na opinião pública, mas que por manobras políticas não tiveram seus votos contabilizados, uma questão que tomou proporção no estado, e subiu para apreciação da Justiça Eleitoral, (TRE), onde teve reconhecimento dos membros daquela instituição, que foi dado provimento ao DRAP, autorizando o reprocessamento, para atualização dos votos nas eleições de 2016, incluindo assim os eleitos de fato e de direito.

Com a decisão esmagadora comunicada pelo (TRE), em várias ações relacionadas a coligação pertencente ao então candidato Zé Costa, a oposição não se conformou e partiu para recursos em estâncias superiores, alegando assim um mandado de segurança que viesse embargar a decisão ora determinada pelo Colegiado, sobre a seria decisão da corte conceituada do (TRE) Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão.

Inconformados com as derrotas sofridas, a base oposicionista entrarou com um recurso que podemos chama-lo de mandado de segurança, tentado mais uma vez contrariar a vontade popular, e a sabia decisão da justiça do Maranhão, que já disse não as desordens e as injustiças que foram implantadas contra a vontade do povo, mas como foi mencionado no princípio desta matéria, a justiça tem um importante papel diante de situações arbitrárias, que é reconhecer a vontade popular, corrigir as injustiças e conceder direitos a quem realmente os têm. 

Diante deste dispositivo O (TSE) Tribunal Superior Eleitoral, através da Ministra,  Rosa Weber, decidiu por improcedente, o recurso de mandado de segurança pelos impetrantes, que procuram de todas as formas contrariar a vontade popular e não respeitam nem se conformam com a decisão da justiça, que deu favorável aos verdadeiros eleitos pela vontade do povo.

Em sua decisão a improcedência do mandado de segurança, que fere e legitimidade da decisão do (TRE), "a ministra Rosa Weber, relatou toda a questão em evidência nas clausulas do processo, e definiu da seguinte forma: "acompanhado do RRC específico de pedido de substituição, contendo as informações e documentos previstos nos arts. 26 e 27, dispensada a apresentação daqueles já existentes nos respectivos Cartórios Eleitorais, certificando-se a sua existência em cada um dos pedidos. (destaquei) [3] Súmula nº 22/TSE: "não cabe mandado de segurança contra decisão judicial recorrível, salvo situações de teratologia ou manifestamente ilegais"." Brasília, 6 de Setembro de 2017. KROL JHONATAN CARDOSO NERES DOS SANTOS Coordenadoria de Processamento".   

Click no Link Abaixo e veja decisão da Ministra do TSE:


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