Enem: Vale qualquer coisa para tentar viabilizar sua reeleição e comunistas usam “nota fake” para rebater protesto contra Dino

Educação/Política
Por Gilberto Lêda
O que será que vêm nos próximos capítulos deste desesperado governo, que procura de todas as formas, tentar ludibriar as pessoas com falsos argumentos e anúncios inverídicos, é o cumulo.
      Procurando atrair jovens e estudantes no dia da prova do Enem, o governo decidiu fazer dos estudantes uma investida como se fossem instrumentos de manobra para tentar atrai-los, um marketing para sua reeleição, mas pegou uma turma de opinião formada, e o tiro acabou saindo pela culatra, e para tentarem amenizar o vexame, os aliados do governador Flávio Dino (PCdoB) recorreram a uma tática pouco ortodoxa para minimizar o desgaste diante das críticas à ideia de garantir transporte gratuito a alunos apenas de São Luís que prestaram o Enem neste domingo (05).
Em uma tentativa de inverter o caso desgastante fizeram circular em grupos de WhatsApp uma “nota oficial” que, em tese contestaria, uma manifestação oficial da UEE e do DCE-UFMA (saiba mais).
Ocorre que a nota dos governistas é “fake”, criada por personagem que não existe no comando das entidades estudantis citadas, e a situação se complicou ainda mais, veja o que é capaz de fazer este povo para não largarem as tetas do governo.
Privilégio
Toda a crise ocorreu porque o governador decidiu conceder o benefício apenas a estudantes da Grande Ilha de São Luís.
A medida foi vista como privilégio por alunos do restante do estado e houve protestos.
Pressionado, o comunista recuou e concedeu a gratuidade também a estudantes de Imperatriz e cidades vizinhas, mais um tiro no pé.
A emenda acabou não surtindo o efeito esperado e apenas aumentou a revolta de estudantes de outros municípios, no Sul e Leste Maranhense, por exemplo.
A União Estadual dos Estudantes do Maranhão (UEE) e o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Federal do Maranhão (DCE-UFMA) encabeçaram o protesto.
“Flávio Dino demonstra expertise na demagogia, no populismo, na velha e surrada prática do pão e circo!”, reagiram as entidades.
Foi o que motivou a disseminação da “nota fake”, assinada por um certo Lucas Matos, autointitulado presidente da UEE (veja).
A “nota fake”, no entanto, foi rapidamente desmentida, porque o verdadeiro presidente da UEE, Marcony Edson, manifestou-se e divulgou documentos comprovando que é ele (Marcony Edson, não Lucas Matos) o verdadeiro presidente da entidade.
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