Investigações apontam que Allana foi enterrada viva, com os braços amarrados mostrava desfiguração na cabeça e padastro tem prisão decretada

Polícia
Muitos mistérios ainda envolve o caso Allana, a garota desapareceu, foi encontrada morta, e agora indícios apontam que ela foi enterrada viva.
      Segundo investigações apuradas, e revelações frita pela Delegada titular do Maiobão, em Paço de Lumiar, Eunice Rubem, informou que Alanna Ludmilla, 10 anos, que estava desaparecida desde a última quarta-feira, foi encontrada hoje enterrada numa cova rasa no quintal da própria residência com os braços amarrados e a cabeça desfigurada por causa da violência a que foi submetida. Segundo analise, a menina teria sido enterrada viva, o que falta ser comprovado pela perícia. 

O caso mostra que quem fez o crime estava cheio de ódio ou algo parecido, já para a autoridade policial, quem cometeu o crime usou de requintes de crueldades, e amarrou a criança, e a espancou com violência, e depois enterrou o corpo coberto de sacos plásticos transparentes e a cabeça com um saco preto.

      Conforme o que foi colhido da primeira pessoa que localizou o corpo, o vizinho Nonato Vasconcelos, ela estaria sem as roupas quando foi desenterrada. Disse que sentiu hoje, por volta das 09:00h, um forte odor e que, na medida em que se aproximou de uma cerca no quintal, o fedor aumentou ainda mais.
Com objetivo de ver o que era aquele forte odor, ele pulou para o quintal e começou a retirar pedaços de pedras e tijolos no local onde atraía muitas moscas. O corpo da menor foi levado para o IML  a fim de ser periciado. A delegada não descarta a possibilidade da participação de mais de uma pessoa no crime.
Muitas pessoas fizeram vigílias, e desde quarta-feira que o clima era de esperança na porta da dona Jaciane Borges, mãe de Ludmilla, para encontrarem a criança com vida, vizinhos, e até mesmo pessoas de outras comunidades, além de parentes, fizeram correntes de orações. em favor da menina, hoje, o clima é de revolta, e gritos com pedidos de justiça.
O padrasto da menina, Robert Serejo Oliveira, que esteve na casa por duas vezes, pela manhã e a tarde no dia do crime, continua foragido e sem noticias. Por isso, teve prisão decretada, e passa a ser o principal suspeito.
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