Sorvete derretido: Sarney Ironiza Governo Flávio Dino e o compara a um sorvete descongelando

Política
Por Atual7.com
Muito foi criticado pelo governo comunista a Ex-gestão da Família Sarney, onde os chamava de oligarquia de meio século, e jurou em alta voz no palácio dos Leões, que seria um governo de todos nós e que a mudança tinha chegado, mas, na real, só precisou três anos para afundar o Maranhão, em perseguição e corrupção uma prova de incompetência administrativa. 
José Sarney ironiza Flávio Dino: “Governo Sorvete”
      Diante de tal fato o Ex-senador publicou artigo comentando a revelação de que até uma sorveteria foi utilizada para desviar mais de R$ 18 milhões da saúde estadual, uma prática que vêm formando um mar de corrupção no governo dos comunistas.

 O descongelamento da fabrica de sorvetes do governo comunista, que fala mais que faz, que critica e não sabe fazer outra coisa a não ser criar factoides e esquemas de corrupção, fez o ex-senador José Sarney (PMDB-AP) publicou artigo em seu blog oficial em que ironiza o governador Flávio Dino (PCdoB), seu desafeto no Maranhão, pelo fato de, segundo força-tarefa da Operação Pegadores, 5ª fase da Sermão aos Peixes, até mesma uma sorveteria haver sido utilizada pela organização criminosa para afanar mais de R$ 18 milhões da Secretaria de Estado da Saúde (SES), entre os anos de 2015 e 2017.

Para quem tanto criticou a oligarquia Sarneyista, tentando de todas as formas desmoralizarem o nome da família, uma coisa é certa, este governo comunista sabe como ninguém, formar quadrilha em torno da corrupção desmedida, Além do uso de empresa de fachadas, segundo a força-tarefa, recursos enviados pelo governo federal ao Palácio dos Leões também foram desviados por meio de empregos fantasmas e salários extras pagos por fora. Até mesmo “namoradas, esposas e amantes” foram bancadas com o dinheiro da saúde.

Leia na íntegra do artigo de Sarney:

Governo Sorvete
É uma glória para o nosso Estado a descoberta que acaba de ser feita no Maranhão — o penúltimo estado comunista no mundo depois que a Albânia acabou com esse sistema —, de que descobrimos aquilo que nunca tinha sido achado na mesa dos cientistas: o medicamento universal que liquida com qualquer doença.

A Sociedade Internacional de Medicina, com sede em Londres, acaba de tomar conhecimento de que aqui foi descoberto o remédio final para a saúde, que causa verdadeiro milagre: o Sorvete Milagroso!

A Operação Pegadores, deflagrada pela Polícia Federal, que há quinze meses acompanhava os trabalhos estatais, tornou transparente o programa governamental  para salvar a Saúde Pública.

Mais de UM MILHÃO DE REAIS custou a empreitada do Governo do Maranhão.
Foi feito o cálculo de que é um remédio muito barato para os hospitais. O problema é saber se cada paciente precisa de casquinha de uma bola ou de duas bolas e também o sabor, se de coco ou de cocô, de chocolate, de baunilha ou de açaí. Tudo feito aqui.

Foi um número tão exagerado que levou a Polícia Federal a desconfiar. Só um hospital consumiu quinhentos mil casquinhas de sorvete de uma bola, ao custo unitário de dois reais por bola. Assim, em cada cama, quem chegava encontrava o paciente chupando uma casquinha de sorvete. Faltava remédio, algodão, seringa e roupa lavada, mas sorvete jamais. Quinhentos mil sorvetes sabor Dino. Não ficou muito claro se, burlando a pesquisa, a turma também chupava picolé.

Outra coisa fantástica é o fato de que toda essa produção brutal de sorvete (e picolé?) era produzida por uma firma fantasma, que não existia, mas produzia e consumia o dinheiro que, segundo o slogan do governo, deveria ser “de todos nós”. E os marqueteiros ficaram também ouriçados com a possibilidade de substituir o slogan do Governo por “Sorvetes de Todos Nós!” Seria mais atrativo e chamativo.

Mas a coisa não ficou só por aí: para essa comilança de sorvete tinha que ter pessoal e, portanto, houve a contratação de 424 funcionários fantasmas, para preparar e para saborear os sorvetes (e os picolés?).

A operação era tão secreta que de nada sabiam o Secretário de Saúde, Dr. Carlos, o Governador, Dr. Dino, o Secretário da Articulação Política, Dr. Jerry, o Dr. dos Direitos Humanos e Participação Popular — sim, pois tanto sorvete é caso de direitos humanos e dos direitos dos políticos que apoiavam todo o governo do sorvete.

O milagre é que toda a fórmula de feitura do sorvete da trapaça era explicada ao Secretário de Saúde, com folha suplementar mandada preparar por alguém (?) de cima, que também não sabia de nada — só de tudo.

Sendo assim, entre sorvetes, picolés e roubalheira fica o pobre Maranhão com 20 mortes por semana, estradas esburacadas, filas e filas nos hospitais e nas UPAs, sem remédios e algodão. Os doentes, à beira da morte, só podem balbuciar:
— Me dá um sorvete aí!

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