A Verdade revelada sobre o Deficit no Maranhão

Economia
      A situação fiscal do Governo Flávio Dino não é boa como alardeiam os comunistas. Informações comparativas do Valor Econômico e corroboradas na análise do jornalista Carlos Alberto Sardenberg, na edição da noite de terça-feira, 20, do Jornal da Globo, mostram, como denunciou o deputado Adriano Sarney, na Assembleia, que a gestão comunista apresentou déficit primário de R$ 1,1 bilhão em 2017, o que representa uma baixa de 311% em relação a 2016 (positivo em R$ 533 milhões).
A análise do Carlos Alberto Sardenberg, com comentários da apresentadora do Jornal da Globo, Renata Loprete, é feita com base em gráfico, no qual são destacados os estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Mato Grosso do Sul, Maranhão e Mato Grosso.
O gráfico, que tem como fonte o Valor Econômico, mostra que o déficit primário do Maranhão corresponde a R$ 1,1 bilhão. Na denúncia que fez na tribuna da Assembleia Legislativa, o deputado Adriano Sarney disse que “são dados da Secretaria do Tesouro Nacional e das Secretarias de Fazenda estaduais, que contradizem a propaganda do governo comunista e revelam que o Maranhão está quebrado”.
De acordo com o deputado, os dados apresentados em reportagem publicada no início desta semana refletem a situação de todos os estados brasileiros. Neste contexto, o Maranhão apresenta o pior desempenho do país, ficando atrás de estados como Acre, Alagoas, Piauí, Pará e Tocantins.
Nos gastos com pessoal, a despesa em relação à receita no estado passou de 38,98% em 2016 para 42,39% em 2017. Na contra-mão da sanha da gestão dinista em aumentar impostos, o governo de Santa Catarina aumentou a arrecadação em torno de 5% em termos reais no ano passado, contra 2016, sem a elevar a carga tributária.
São Paulo também deu exemplo ao governo maranhense de não deterioração nos indicadores fiscais. O superavit primário subiu de R$ 1,56 bilhão em 2016 para R$ 5,35 bilhões no ano passado. Em igual período os investimentos cresceram de R$ 8,37 bilhões para R$ 10,73 bilhões. Já a despesa de pessoal recuou de 46,4% para 43,4% da receita corrente líquida.
Efeito comunista – A cada vez que se divulgam números oficiais sobre o Maranhão, caem por terra todos os discursos de mudança do governo Flávio Dino. Esses dados só confirmam uma sentença: o comunismo quebrou as finanças do Maranhão em apenas três anos.
Bastou sentar no poder em 2015, 2016 e 2017 para que Dino e sua turma levassem o estado a um rombo de mais de R$ 1 bilhão.
Falência – Dino não atingiu apenas as finanças do Maranhão; o estado está deteriorado em áreas fundamentais. O sistema de Saúde está enfermo e as estradas esburacadas, algumas sequer sem traçado aparente.
E as manifestações de funcionários públicos, quase diárias, mostram que o aparelhamento comunista ajudou na situação deficitária.
Nem pagando – Por mais que banque uma empresa com cerca de R$ 10 milhões anuais para plantar histórias positivas sobre seu governo, Flávio Dino não consegue convencer a mídia nacional.
Vez por outra, órgãos de imprensa imunes aos mimos da empresa acabam por revelar dados desconcertantes do comunista maranhense.
É o caso, por exemplo, do jornal Valor Econômico, que revelou o rombo de R$ 1,1 bilhão nos gastos em 2017.
Ludibriando – Flávio Dino tentou ludibriar ao explicar que a informação sobre o déficit de R$ 1,1 bilhão não leva em conta os recursos da repatriação, que engordaram os cofres do estado em 2017.
Há dois problemas na explicação: o primeiro é que os dados revelados pelo Valor Econômico foram repassados pela própria Secretaria de Planejamento.
O segundo é que os recursos da repatriação foram apurados em 2016 e não em 2017.
Estado Maior

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