Gilmar Mendes e mais três ministros negam recurso e mantém Lula preso

Justiça
O ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes registrou nesta quarta-feira 9 seu voto negando recurso apresentado pela defesa de Lula para soltar o ex-presidente da prisão. Agora já há maioria na Segunda Turma do STF para manter a prisão.

Antes, o relator, ministro Luiz Edson Fachin, e Dias Toffoli já havia votado contra, somando três votos para negar o recurso. O caso está sendo julgado no plenário virtual da Corte, que não reúne os ministros fisicamente no plenário.

Faltam ainda votar os ministros Ricardo Lewandowski e Celso de Mello. O julgamento termina à meia-noite de quinta-feira.

O julgamento do pedido de Lula, em plenário virtual, começou no último dia 4, e os ministros da Turma têm até as 23h59 desta quinta (10) para apresentar os votos – o resultado deve ser conhecido na sexta (11).

Até a última atualização desta reportagem, já haviam votado contra conceder liberdade a Lula os ministros Luiz Edson Fachin (relator), Dias ToffoliGilmar Mendes e Ricardo Lewandowski. Ainda falta o voto de Celso Mello.

Responsável por analisar o pedido, Edson Fachin negou por considerar que a existência de embargos de declaração pendentes não impede a execução da pena. A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, também opinou que recursos para tribunais superiores não impedem a prisão.

Com este resultado, já tem maioria para manter Lula aprisionado, mesmo que a decisão seja contraria ao pedido da defesa, que alega que os recursos ainda não se esgotaram, e que neste caso a prisão de Lula passa a ser política.

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