Manifestações pelo Brasil: O grito que vem das ruas e um pedido de Socorro

Manifestações 
Por Jorge Aragão
      A crise política e a sangria aberta da corrupção, faz o povo irem as ruas em uma tentativa de tentarem salvar o país do caos, e as manifestações se tornam cada vez mais fortes, e com a participação da massa. A princípio envergonhados, os movimentos que defendem uma nova intervenção militar no país começam a ganhar corpo nas redes sociais e já se assumem publicamente. Pior: esses movimentos têm a ampla participação de jovens estudantes, o que torna a ameaça de fantasmas do passado ainda mais perigosa, sobretudo diante do movimento político atual.

Ontem, esses movimentos pró-militares ganharam força em São Luís, e estão ganhando forças a cada dia pelo país, com a convocação de simpatizantes para uma espécie de “abraço” no quartel do 24º Batalhão de Infantaria de Selva, na Praça Duque de Caxias, no João Paulo.

Prejudicada pela chuva que caiu no fim da tarde, a convocação, feita pela União da Direita Maranhense (UDM), reuniu alguns jovens e adultos em uma espécie de momento cívico, com direito a hino nacional e discursos pseudo-patriotas.

O filósofo Leandro Karnal diz que se espanta a cada vez que vê um jovem defender intervenção militar no país. Para ele, um estudante que faz isso mostra total desconhecimento da história. E os mais velhos sofrem falta de memória. Karnal é um dos maiores críticos do sentimento pró-militar e vê com reservas a candidatura presidencial do deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ).
A Ditadura Militar foi um dos momentos mais sombrios do Brasil. Milhares foram mortos, outros tantos desapareceram, além de não existir, à época, liberdade de manifestação e de expressão, com dura censura à imprensa, às artes e à classe política.
Os fantasmas que rondam o país se manifestam sobretudo pela falta de perspectiva do povo brasileiro, diante do mar de corrupção exposto no país e a crise de credibilidade da classe política. Mas, citando novamente Karnal, é muito melhor contestar e tentar aperfeiçoar a democracia do que tentar simplesmente destruí-la. Até porque, sem democracia, nem essas manifestações contra ela própria teriam condições de acontecer. E muito menos um texto como esse.
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Um comentário

  1. Se o exército agiu de forma dura, foi contra desordeiros, assaltantes de bancos, pessoas que causavam terrorismo, desobedeciam as leis e queriam implantar o comunismo. Hoje o país vive um caus ne uma grande corrupção, e leis que fortalecem bandidos. Bom sim se houvesse INTERVENÇÃO MILITAR. E pelo que sei intervençao militar é somente as forças armadas comandaram durante 90 dias, tirar do poder todos aqueles que estão envolvidos em corrupção e após os 90 dias ir ao fazer novas eleições com candidatos que não estejam envolvidos em corrupção. SIM! INTERVENÇAO JÁ!
    VIVA AS FORÇAS ARMADAS!

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